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SAÚDE EM ALTO ASTRAL

Ourém News.com | 16:05 |



RAIVA ANIMAL



A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal.

Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.
Descrição da doença
Agente etiológico
O vírus rábico pertence à ordem Mononegavirales, família Rhabdoviridae e gênero Lyssavirus. Possui aspecto de um projétil e seu genoma é constituído por RNA. Apresenta dois antígenos principais: um de superfície, constituído por uma glicoproteína, responsável pela formação de anticorpos neutralizantes e adsorção vírus-célula, e outro interno, constituído por uma nucleoproteína, que é grupo específico.
Reservatório
O vírus rábico pode infectar todos os mamíferos. Didaticamente podemos dividir a doença em ciclos de transmissão conforme os principais reservatórios da raiva encontrados no Brasil, a seguir:
Ciclo aéreo, que envolve os morcegos hematófagos e não hematófagos
Ciclo rural, representado pelos animais de produção
Ciclo urbano, relacionado aos cães e gatos
Ciclo silvestre terrestre, que engloba os sagüis, cachorros do mato, raposas, guaxinim, macacos entre outros animais selvagens.
Modo de transmissão
A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas. O vírus penetra no organismo, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge o sistema nervoso periférico e, posteriormente, o sistema nervoso centra (sentido centrifugo). A partir daí, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares, onde também se replica (sentido centrípeto) e é eliminado pela saliva das pessoas ou animais enfermos.
Existe, na literatura, o relato de oito casos de transmissão inter-humana por meio de transplante de córnea. Nos Estados Unidos, em 2004, foram registrados quatro casos de raiva humana referentes a indivíduos que receberam órgãos doados (fígado, dois rins e artéria ilíaca) de um indivíduo que morreu por infecção pelo vírus da raiva. O mesmo ocorreu na Alemanha, em 2005, com três indivíduos após transplante de órgãos (pulmão, rim e pâncreas) de um indivíduo que faleceu devido àquela infecção. Em ambos os países, os doadores dos órgãos não tiveram suspeita diagnóstica de raiva. Possibilidade remota de transmissão sexual, respiratória, digestiva (em animais) e vertical também são relatadas.
Período de incubação
E extremamente variável, desde dias até anos, com uma média de 45 dias, no homem, e de 10 dias a 2 meses, no cão. Em crianças, existe tendência para um período de incubação menor que no indivíduo adulto.
O período de incubação está diretamente relacionado à:
Localização, extensão, quantidade e profundidade dos ferimentos causados pelas mordeduras ou arranhaduras.
Lambedura ou contato com a saliva de animais infectados;
Distância entre o local do ferimento, o cérebro e troncos nervosos;
Concentração de partículas virais inoculadas e cepa viral.
Período de transmissibilidade
Nos cães e gatos, a eliminação de vírus pela saliva ocorre de 2 a 5 dias antes do aparecimento dos sinais clínicos, persistindo durante toda a evolução da doença. A morte do animal acontece, em média, entre 5 a 7 dias após a apresentação dos sintomas. Em relação aos animais silvestres, há poucos estudos sobre o período de transmissibilidade, que pode variar de acordo com a espécie. Por exemplo, especificamente os quirópteros podem albergar o vírus por longo período, sem sintomatologia aparente.
Suscetibilidade e imunidade
Todos os mamíferos são suscetíveis à infecção pelo vírus da raiva. A imunidade é conferida por meio de vacinação, acompanhada ou não por soro; dessa maneira, pessoas que se expuseram a animais suspeitos de raiva devem receber o esquema profilático, assim como indivíduos que, em função de suas profissões, se mantêm constantemente expostos.
Informações gerais sobre a doença
1. O que é?
A raiva é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus, que acomete mamíferos, inclusive o homem.
2. Qual o microrganismo envolvido?
Vírus do gênero Lyssavirus, família Rabhdoviridae.
3. Quais os sintomas?
Os pródromos duram de 2 a 4 dias e são inespecíficos. O paciente apresenta mal estar, pequeno aumento de temperatura, anorexia, cefaléia, náuseas, dor de garganta, entorpecimento, irritabilidade, inquietude e sensação de angústia. Podem ocorrer hiperestesia
e parestesia no trajeto de nervos periféricos, próximos ao local da mordedura e alterações de comportamento. A infecção progride, surgindo manifestações de ansiedade e hiperexcitabilidade crescentes, febre, delírios, espasmos musculares involuntários, generalizados e/ou convulsões. Espasmos dos músculos da laringe, faringe e língua ocorrem quando o paciente vê ou tenta ingerir líquido, apresentando sialorréia intensa. Os espasmos musculares evoluem para paralisia, levando a alterações cardiorrespiratórias, retenção urinária e obstipação intestinal. O paciente se mantém consciente, com período de alucinações, até a instalação de quadro comatoso e evolução para óbito. Observa-se presença de disfagia, aerofobia, hiperacusia, fotofobia. O período de evolução após
instalados os sinais e sintomas até o óbito, é em geral de 5 a 7 dias.
4. Como se transmite?
A doença é transmitida ao homem principalmente através da mordedura de animais infectados. Ainda existem as possibilidades, mais raras, de se contrair a doença por contato com material infectado de um animal raivoso, como a saliva diretamente nos olhos,
mucosas ou feridas. Ainda outros meios pelos quais pode ser transmitida a doença são: lambedura e/ou arranhadura de animais doentes.
5. Como tratar?
Baseado na indução de coma profundo, uso de antivirais (amantadina) e outros medicamentos específicos (biopterina). Para maiores detalhes acessar o Protocolo de Recife.
6. Como se prevenir?
Vacinando anualmente cães e gatos, não se aproximar de cães e gatos sem donos, não mexer ou tocar quando os mesmos estiverem se alimentando ou dormindo. Nunca tocar em morcegos ou outros animais silvestres diretamente, principalmente quando estiverem caídos no chão ou encontrados em situações não habituais.
Vírus do gênero Lyssavirus, família Rabhdoviridae. Os pródromos duram de 2 a 4 dias e são inespecíficos.
O paciente apresenta mal estar, pequeno aumento de temperatura, anorexia, cefaléia, náuseas, dor de garganta, entorpecimento, irritabilidade, inquietude e sensação de angústia. Podem ocorrer hiperestesiae parestesia no trajeto de nervos periféricos, próximos ao local da mordedura e alterações de comportamento.
A infecção progride, surgindo manifestações de ansiedade e hiperexcitabilidade crescentes, febre, delírios, espasmos musculares involuntários, generalizados e/ou convulsões. Espasmos dos músculos da laringe, faringe e língua ocorrem quando o paciente vê ou tenta ingerir líquido, apresentando sialorréia intensa.
Os espasmos musculares evoluem para paralisia, levando a alterações cardiorrespiratórias, retenção urinária e obstipação intestinal.
O paciente se mantém consciente, com período de alucinações, até a instalação de quadro comatoso e evolução para óbito.
Observa-se presença de disfagia, aerofobia, hiperacusia, fotofobia.
O período de evolução após instalados os sinais e sintomas até o óbito, é em geral de 5 a 7 dias.A doença é transmitida ao homem principalmente através da mordedura de animais infectados. Ainda existem as possibilidades, mais raras, de se contrair a doença por contato com material infectado de um animal raivoso, como a saliva diretamente nos olhos, mucosas ou feridas.
Ainda outros meios pelos quais pode ser transmitida a doença são: lambedura e/ou arranhadura de animais doentes.Baseado na indução de coma profundo, uso de antivirais (amantadina) e outros medicamentos específicos (biopterina). Para maiores detalhes acessar o Protocolo de Recife.Vacinando anualmente cães e gatos, não se aproximar de cães e gatos sem donos, não mexer ou tocar quando os mesmos estiverem se alimentando ou dormindo. Nunca tocar em morcegos ou outros animais silvestres diretamente, principalmente quando estiverem caídos no chão ou encontrados em situações não habituais.

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