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Ourém News.com | 15:19 |


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Saiba como se preparar para um concurso público

Suor frio, mãos trêmulas, dor de barriga, tonteiras, desmaios, enfim, para algumas pessoas enfrentar provas de um concurso público é um sofrimento sem fim.
Cumprindo a sua função social peculiar, o Blog do Robert Lobato reproduz entrevista, concedida ao site  Tudo Sobre Concurso, com psicólogo Fernando Elias José, membro da Sociedade Brasileira de Terapias Cognitivas e há doze anos trabalha na preparação de pessoas para provas e concursos.
O especialista dá dicas valiosas aos “concurseiros” sobre como enfrentar de forma tranquila e natural as provas de um concurso seja ele qual for. Veja:
Quais as principais dicas para quem quer se preparar bem para um concurso?
Primeiro: tenha objetivos claros, saiba o que você quer. É preciso ter esta certeza para conseguir a determinação necessária para enfrentar um concurso.
Além disso, organize-se. Tenha um cronograma diário de estudos. Entretanto, saiba que nem todo dia renderá igual ao outro. Como em tudo na vida, haverá dias bons, dias ruins, de maior e menor rendimento, mas tudo ajudará a construir seu conhecimento.
E além de estudar bastante, dê também valor ao descanso, ele é muito importante para a fixação dos conteúdos em sua memória. O indicado é, para cada 50 minutos de estudo, 10 minutos de descanso. Sem falar no sono, pois é durante ele que a memória trabalha.
Então, procure dormir bem. Divida o conteúdo de estudo diariamente em começo, meio e fim. Assim você conseguirá ter a sensação de conclusão diária, sem se frustrar porque “o conteúdo não acaba nunca”.
Também não se apavore diante da quantidade de conteúdo exigida para a prova. Dificilmente alguém chegará à prova sabendo tudo ou quase tudo. Saiba que um concurso é dividido em três partes: conhecimento técnico, fator emocional e sorte.
Portanto, fica claro que o saber é muito importante, mas não é tudo. É preciso encontrar um equilíbrio entre o conhecimento, o estudo, e suas questões pessoais.
Assim, dê também atenção ao lazer e, principalmente, entenda como se sente em relação ao concurso, aprendendo a lidar com estas emoções. Do contrário, o fator emocional pode atrapalhar e muito seu desempenho.
Outra dica: não fique pensando no concorrente! Você é seu maior concorrente! Prepare-se bem e vá confiante.
Quais as dicas para o dia do concurso?
A principal dica para a véspera o dia do concurso ou vestibular: não mude sua rotina!
Se você costuma se alimentar de uma forma, alimente-se daquela forma – nada de adotar dietas mirabolantes para turbinar o desempenho no dia da prova, para não correr o risco de chegar lá passando mal, tendo problemas estomacais e outras coisas que só irão atrapalhar.
Quanto ao sono, a mesma coisa: na noite anterior à prova, durma exatamente o mesmo que está acostumado a dormir nas outras noites.
Não tome remédio algum sem orientação médica.
Leve em consideração o fator ansiedade: é normal que no dia da prova você esteja naturalmente ansioso, nervoso. Conte com isso. Procure se informar sobre formas de se tranquilizar com exercícios de respiração, de visualização criativa, e use isso a seu favor.
Na hora da prova, leia atentamente cada questão, sem afobação. E se der branco, saiba que não é nada além do que uma descarga excessiva de adrenalina, e não uma perda de conhecimento: o que você estudou e sabe ainda está ali, é possível resgatar. Acalme-se.
Geralmente, quem faz concurso sabe que, para passar, é preciso mais de uma tentativa. Como se motivar, diante deste quadro?
Primeiro, como já falei, tenha um objetivo claro. Esta será a maior motivação para tudo.

Escolha um concurso, não saia fazendo todos os que aparecem. Só assim será possível se administrar, se focar, e se preparar bem.
Saiba que sim, você poderá ter de fazer o mesmo concurso mais de uma vez até passar, mas também não se baseie nisso para se preparar com menos afinco. Dedique-se para passar a cada vez.
O importante é saber que concurso é persistência, e não velocidade. Se você se prepara e tenta, um dia vai passar. Mas se o foco for passar rápido, logo de cara, provavelmente não dê certo. A frustração é normal neste meio, mas lembre-se: só não passa quem desiste.
Qual é a maior motivação entre as pessoas que prestam concursos?
Na verdade, são três as motivações mais comuns: estabilidade, retorno financeiro e realização profissional.
Existe um perfil de pessoa que passa em concurso?
Sim: o persistente. Quem tem mais capacidade de insistir, de se preparar e de superar as frustrações, passa. Quem tem objetivo e insiste em busca dele, aliando conhecimento técnico e equilíbrio emocional e pessoal, passa. Quem desiste, não.
Como conquistar este equilíbrio?
O mais importante é você se conhecer. Saiba o que sente, que situações o deixam nervoso, o que desperta sua ansiedade e que efeitos isso geralmente gera. Conhecendo-se, busque uma forma de lidar com isso.
Muitas vezes a pessoa consegue isso sozinha, mas quando isso não acontece, é importante buscar auxílio profissional.
Quais os erros mais comuns entre as pessoas que prestam concurso?
Um dos erros mais comuns é não admitir que vai errar. Na prova, a pessoa vai enfrentar dificuldades, vai cometer erros. É normal.
Supervalorizar ou subestimar a prova também é um erro. Não fique pensando que é muito difícil ou muito fácil: prepare-se.
Achar que seu método de preparo é único e insubstituível. Procure se informar, conheça métodos diferentes, ouça dicas, esteja aberto.
Não conseguir equilíbrio emocional. Como já dito, se você não conseguir isso sozinho, busque apoio profissional.
E o apoio profissional é importante também na preparação técnica – há pessoas que conseguem se preparar, adquirir conhecimento necessário, sem a ajuda de um professor, sem dicas, enfim, sozinhas.
Mas são exceções: se você tem dificuldade em alcançar por conta própria o grau de conhecimento técnico e equilíbrio emocional necessários para um concurso, busque ajuda.
Fonte:  Site Tudo Para Concurso.

Cidade com pior IDH no país, Melgaço, PA, tem 50% de analfabetos


Segundo IBGE, 12 mil habitantes não são alfabetizados.
População depende de programas sociais, diz especialista.

Metade dos moradores de Melgaço, no Pará, não sabe ler nem escrever. Segundo dados do censo do IBGE publicado em 2012, 12 mil dos 24 mil habitantes da cidade não são alfabetizados, e apenas 681 pessoas frequentam o ensino médio.
São dados como este que exemplificam o que foi apontado no levantamento feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que divulgou nesta segunda-feira (29) o "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013". De acordo com a publicação, a cidade do Marajó tem o pior Desenvolvimento Humano do país.
O professor  do doutorado de Antropologia da Universidade Federal do Pará, Agenor Sarraf, nasceu em Melgaço e dedica sua pesquisa à cidade. Segundo ele, grande parte dos analfabetos são pessoas com mais de 15 anos, que não conseguiram estudar durante uma crise da educação ocorrida na década passada. "O número de professores leigos era muito grande: 75% dos professores não tinham magistério em 2001", disse.
O professor, que atuou como secretário de educação no período, conta que a cidade investiu na capacitação docente, mas hoje ainda faltam políticas para atrair e manter jovens e adultos na escola. "O município não consegue montar Ensino de Jovens e Adultos. As pessoas são pobres e precisam trabalhar. O muncípio carece de programas para sucesso escolar", avalia.
Em nota, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc), responsável pelo Ensino Médio, informou que uma nova escola de ensino médio deve ser começar a ser construída na cidade ainda em 2013, e que a Escola Estadual Tancredo de Almeida Neves irá integrar o programa Jovem de Futuro a partir de 2014. O projeto visa melhorar a qualidade do ensino através de novas metodologias pedagógicas.
A Seduc informa ainda que  a cidade de Melgaço também aderiu ao Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), coordenado pela Rede Estadual de Ensino, executado pela Universidade Federal do Pará (UFPA) junto ao município, com a principal meta é de ter todas as crianças alfabetizadas até os 8 anos de idade.


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