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Justiça decreta a internação do 'Maníaco de Marituba'

A Polícia Civil durante a coletiva de imprensa que mostrou o resultado do caso
 A Polícia Civil durante a coletiva de imprensa que mostrou o resultado do caso | Leandro Santana/Ascom PM

A Justiça estadual decretou, nesta terça-feira (14), a internação provisória do “Maníaco de Marituba”. O adolescente foi apreendido pela Polícia Civil como um dos responsáveis pelos recentes casos de estupro e roubo de mulheres na região metropolitana de Belém. Umas das vítimas foi encontrada morta.

Após avaliar os fatos apurados pela Polícia Civil e o depoimento do adolescente, a promotora de Justiça da Infância e Juventude de Marituba, Léa Mouzinho da Rocha, decidiu protocolar três representações: duas por estupro e roubo e uma por latrocínio, pedindo à Justiça que seja decretada a internação provisória do adolescente até o final dos três processos, bem como a celeridade processual do caso.

O depoimento do “Maníaco” responsável pelos crimes foi colhido na Promotoria de Marituba no início da tarde da segunda-feira (13). No depoimento, o adolescente confessou o estupro e roubo de duas vítimas, bem como a lesão corporal e roubo de uma terceira vítima. Em relação ao homicídio da quarta vítima, disse que apenas ajudou a atrair e a esconder o corpo.

Segundo apurado até o momento pelas autoridades policiais, no período de 4 a 11 de janeiro, pelo menos quatro jovens foram atraídas pelo adolescente e pelo adulto Jederson Menezes Alves, 20 anos. As vítimas trabalhavam oferecendo serviços de estética pelas redes sociais.

O adolescente, que já possui antecedentes criminais, foi apreendido pela polícia em Marituba dentro da própria casa. Os dois investigados criaram um perfil feminino falso e se passavam por clientes, o primeiro passo da ação era marcar de encontrar as vítimas em um local público.

Quando a vítima já estava no local, o segundo passo era realizado pelo adolescente, que chegava de bicicleta ou moto e se dizia esposo da cliente ou mototaxista de confiança, designado para levar a profissional de beleza até a residência onde ocorreria o atendimento estético. Durante o percurso até a suposta residência da cliente, as mulheres eram atacadas e levadas para o mato, onde ocorriam as agressões, estupros e roubos.
Fonte: Dol/Pa

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