Amparado pela Constituição Federal Capítulo V - da Comunicação Social *Art. 220
DownLivre
Notícias
Loading...

REFLEXÃO



O AMOR

Amor é sorrir!
Amor é estar de bem com a vida!
Amor é saber dizer na hora certa:
Muito obrigado; Deus te abençoe!
Posso ajudar? Com licença! Desculpe!
Amor é ter fé!
Amor é levar luz onde há escuridão!
Amor é ajudar o próximo, sem temor!
Amor é partilhar o que temos de melhor!
Amor é admirar o próximo, sem ser corroído pela inveja!
Amor é entender que a felicidade existe dentro de nós e não no bazar da esquina!
Amor é a família unida, que cresce, floresce e dá frutos!
Amor é ouvir nossa canção preferida, dos tempos de antigamente!
Amor é a demonstração de afeto explícito, a qualquer hora, em qualquer lugar e circunstância!
Amor é o vigor da vivacidade!
Amor é a experiência da idade!
Amor é o bailado de uma borboleta visitando as flores de um belo jardim!
Amor é enxergar Deus em cada demonstração de amor, de alegria, de felicidade!
Amor é nossa amizade!

Você É Capaz!


Não é o mundo que deve acreditar na sua capacidade. Você tem que ter a capacidade de acreditar em si mesmo.

Nada na vida pode ser realizado sem a determinação inicial dos seus objetivos. Acredite nos seus próprios objetivos e saiba que eles necessitam de empenho e dedicação, mesmo que seus sonhos sejam estranhos para o mundo. O importante é acreditar sempre. As pedras que aparecem no seu caminho, na verdade, vão aumentar o sabor da sua vitória. O importante é não desistir. Que venham os obstáculos, que venham os invejosos. Nada pode separar você da sua caminhada. Quando surgirem obstáculos em sua vida, não dê a eles o direito de tirarem sua determinação de obter o sucesso.

Desistir do seu objetivo será o maior erro, porque ele não vai desistir de você até que o tenha apagado de vez do seu coração. Não há idade para realizar seus objetivos, como também não há idade para sair de uma encruzilhada e dar um novo rumo à sua vida. Nunca é tarde para realizar os seus sonhos.

Então, viva até quando Deus quiser que você viva, mas acredite em si mesmo e faça realizarem-se os seus objetivos. Acreditar é ter fé, ter fé é ter confiança e ter confiança é ter certeza. Esta certeza está dentro de você. Tudo você pode fazer para orquestrar a sua vida. A força, a coragem, o empenho, a dedicação e a seriedade de buscar seus objetivos não estão do lado de fora. Dentro de você mora o seu castelo com toda a sua riqueza e toda a magia que seu Universo interior pode lhe proporcionar para superar, com apenas um toque de dedicação, de vontade, de equilíbrio, os seus problemas.

Você olha para o céu procurando Deus e Ele, na verdade, está dentro de você. Acreditando no amor de Deus, ele se abre como uma flor, e este amor começa a fluir de forma natural. Todos vão sentir o aroma do amor saindo do seu corpo, transmitindo harmonia aos corações, paz aos espíritos. Aí estará pronto para acreditar que poderá vencer. Se você pode vencer na própria vida, nada mais pode atrapalhar seus sonhos e seus desejos. Acredite, tenha disciplina, tenha equilíbrio e ande no trilho que você traçou para o seu dia a dia e conseguirá caminhar com segurança em busca do seu ideal.

Harmonia, compaixão, gratidão, fraternidade e sabedoria para lidar com a vida sem se abalar com nada e acreditando sempre na sua vitória. Você deve prestar atenção a tudo o que acontece à sua volta. Nada pode pegá-lo de surpresa, fique atento e confie na intuição. Quando estamos morando no coração de Deus nossa intuição fica aflorada e nada escapa da nossa visão. Começamos a enxergar além, começamos a enxergar pelo coração.

Não podemos esquecer de que tudo na vida é um tipo de venda e, para isso, o seu poder de acreditar no seu produto, você mesmo, vai fazer a diferença. Suas palavras têm que estar afinadas com a sua personalidade, do contrário, ninguém acreditará em você.

(Bernardino Nilton Nascimento)
(Somos Todos Um)
Fonte: www.mundodasmensagens.com
Postagem: 23/02/2015


Depois do carnaval... só restam cinzas

O carnaval acabou...

A semeadura já foi realizada, basta esperar a colheita que para muitos será representada em cinzas. Cinzas que levam sonhos, alegria, a vida e a esperança embora.

Agora, só restam cinzas, que pelos religiosos "apagam todas as ações da carne"

- loucura, utopia!

Alguns cristãos tentam apagar a as obras da carne através das cinzas. É a defunto querendo ressuscitar o falecido.

O padre marca a testa dos Ex-foliões que vão até a missa simbolizando o arrependimento dos pecados perante Deus. E onde está o verdadeiro arrependimento?

Muitas pessoas realizam as obras da carne nestes dias sem ter ao menos um pouco de arrependimento!

A impureza, a lascívia, a prostituição, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, as bebedices, orgias e coisas semelhantes são praticadas sem nem um pingo de arrependimento, esquecem que aqueles que praticam tais coisas não herdaram o reino de Deus (Gal. 5v. 19-21). Para alguns, as cinzas é a mediadora entre Deus e os homens.

Cinzas que representam pó. O sacrifício vicário de Cristo vira pó nestes dias. Hipocrisia religiosa.

E a conseqüência? Quem vai apagar? As cinzas?

O grande problema é que as cinzas não vão impedir os amplos problemas colhidos pela suposta "alegria do povo".

As cinzas não vão impedir que os bebês que foram fecundados em momentos de euforia carnavalesca venham a nascer, as cinzas não vão impedir que muitos destes fetos enrolados em uma toalha com seu cordão umbilical sejam deixados nas beiras dos rios e vielas escuras da cidade.

As cinzas não vão segurar o índice de gravidez em meninas que ainda brincam de bonecas subam nos gráficos do nosso Brasil.

As cinzas não vão ressuscitar os que perderam a sua vida nestes dias de bacanais, não vão trazer de volta a virgindade das meninas embriagadas que tiveram suas relações sexuais fora do tempo, as cinzas não vão pagar a dívida de quem não tem o que comer durante todo o ano, mas gasta o seu dinheiro na entrada do carnaval para ver os carros alegóricos passarem.

As cinzas não vão substituir o filho que saiu para pular o carnaval, mas nunca mais vai voltar. As cinzas não vão segurar as lágrimas dos pais que foram rasgados pela violência carnavalesca.

As cinzas lembram tristeza, o fim de algo, a destruição e o "nada". A cinza não pode apagar o pecado, pois só o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado (Ap. 5).

Será que o arrependimento existe nos milhares de foliões? Ou eles estão querendo que o tempo seja redimido para que o próximo carnaval venha chegar logo?

O carnaval se foi, a alegria também, agora, só restam cinzas... Basta esperar que a lei da semeadura venha a se cumprir?

O que você semeou neste carnaval?

Existe uma lei que não cessa: "Aquilo que o homem semear, ele vai colher."

Autor: Alexandre Farias


Por: Litrazini
Fonte: www.reflexoesevangelicas.com.br
Postagem: 19/02/2015
  
Faz de conta
Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.
Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas, dizia ela.
O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi de meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal.
Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter. Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter e ter...
Na atualidade, estou presenciando a fase do faz de conta.
Analisando sob esse ponto de vista, chegaremos à conclusão que a professora tem razão.
Hoje, as pessoas fazem de conta e está tudo bem.
Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem.
Profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita.
Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos se passam por representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé.
Doentes fazem de conta que têm saúde, criminosos fazem de conta que são dignos e a justiça faz de conta que é imparcial.
Traficantes se passam por cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado do crime.
Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem.
Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros...
E a maioria da população faz de conta que está tudo bem...
Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência.
Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não justificamos.
Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse faz de conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento.
A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba se traindo em algum momento.
E isso é extremamente cansativo e desgastante.
Raras pessoas são realmente autênticas.
Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam.
São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta.
São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.
São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.
Você sabia?
Que a pessoa que vive de aparências ou finge ser quem não é corre sérios riscos de entrar em depressão?
Isso é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.
Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.
Por todas essas razões, vale a pena ser quem se é, ainda que isso não agrade os outros.
Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, e sim a Deus e à nossa consciência.


Um velho samurai


 P
erto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.
Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.
“A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo”.


A verdadeira história de Alice no País das Maravilhas

A história de Alice é, na realidade, triste. Lembrem-se que os grandes contos de fadas são de outra época, a realidade era diferente e os valores extremamente conservadores. Então, ter uma filha esquizofrênica era considerado uma aberração, um crime. Os pais de Alice decidiram deixa-la em um sanatório, e ela permanecia, na maior parte do tempo, dopada. Quando não estava sob efeito de remédios, era violentada pelos funcionários. A menina tinha apenas 11 anos.
Cada um dos personagens e objetos da história, tem a ver com um desejo ou experiência de Alice.

O buraco pelo qual ela entra no País das Maravilhas, é, na verdade, uma janela de seu quarto, onde ficou presa durante toda a vida, pela qual ela desejava sair e conhecer o mundo à sua volta.

O coelho branco, para ela, representava o tempo. Aquele tempo que ela desejava que passasse logo, para que um dia ela pudesse sair daquele lugar. O tempo que ela via passar tão rápido, porém tão lento...

O Chapeleiro Maluco, era outro interno, seu melhor amigo. Alguém que deixava sua vida no hospital menos amargurada, com quem criava várias teorias de como seria a vida lá fora. O rapaz, em realidade, sofria de Síndrome Bipolar, por isso a personalidade do Chapeleiro na história, o mostrava ora alegre, ora depressivo, ora calmo, ora irritado.

A Lebre, companheira do Chapeleiro, era a menina que dividia o quarto com ele. Ela sofria de depressão profunda, e todas as vezes que Alice teve contato com ela, encontrou-a num estado de terror e paranoia.

O gato de Cheshire: um dos enfermeiros, em quem Alice confiou, mas acabou por enganá-la e violenta-la. O sorriso do gato, aquele que é tão marcado, era na verdade o sorriso obscuro que seu agressor abria, cada vez que lhe abusava, e a deixava jogada em um canto de sua acomodação, derrotada, triste e ofuscada.

A Rainha de Copas: a diretora do sanatório. Uma mulher má e desprezível, que não sentia sequer um pingo de compaixão para com os enfermos que estavam sob seus cuidados. Era a favor da terapia de choque e da lobotomia, e por diversas vezes ordenava que os funcionários espancassem, sedassem e prendessem em jaulas os enfermos que apresentavam comportamento que não lhe agradavam.

A Rainha Branca: sua mãe, uma mulher nobre e terna, que sofreu na pele o preconceito de ter uma filha doente, tendo que abandonar a menina em um sanatório, e nunca mais voltar a vê-la. As vagas lembranças que Alice possuía, era de momentos com sua mãe, e o motivo dela pensar que o mundo fora dos muros do hospital era um lugar melhor, era saber que a mãe estava lá, em algum lugar, para lhe cuidar.

Os Naipes: enfermeiros do hospital, apenas seguindo ordens o dia inteiro.

A Lagarta Azul: sua terapeuta, aquela que lhe dava as respostas, que lhe explicava o que acontecia e com quem ela conversava.

Tweedledum e Tweedledee: gêmeos siameses órfãos, que também estavam no hospital. Embora não possuíssem nenhum problema mental que justificasse sua internação, a aparência que tinham era assustadora, por isso foram reclusos.

O Rei de Copas: o médico psiquiatra do hospital. Alguém com complexo de inferioridade, que era incapaz de se opor às ordens da diretora.

Os frascos “Coma-me” e “Beba-me”: as drogas que lhe davam. Por serem extremamente fortes, por várias vezes Alice tinha sensações diferentes e alucinações, bem como se tivesse encolhido ou aumentado de tamanho.

Tudo isso foi criado pela menina como se fosse um mundo paralelo. Uma realidade menos dolorosa daquela em que vivia. Ela já não podia suportar aquele local e tudo o que acontecia com ela ali dentro, então resolveu usar de sua imaginação infantil para amenizar a dor e o sofrimento. A irmã mais velha de Alice, é na verdade uma enfermeira do hospital, a quem a pequena era muito apegada. A enfermeira tinha um diário e nele anotava todas as histórias que Alice criava em sua mente. Todos os dias a enfermeira ia até o quarto da menina e ouvia seus desabafos e as aventuras que criava em sua mente. Sem deixar de anotar uma palavra sequer.

Infelizmente, Alice  executa uma tentativa de fuga. Ela não obtém sucesso, e acaba detida pelos funcionários. A diretora furiosa, manda que espanquem a garota e apliquem a terapia de eletrochoque, para que nunca mais volte a se repetir. Após o castigo, Alice torna-se agressiva e violenta, ao ponto da diretora decidir que a única saída para ela, seria a lobotomia.

Alice viveu por muito tempo em um estado de “coma”. Ela nunca mais viveu, sorriu, tampouco falou. Devido a isso, teve seu corpo devastadoramente abusado, tanto, que acabou por ter hemorragia interna devido à violência empregada em um ato de estupro, e veio a falecer.

A enfermeira que escrevia suas histórias em um diário acabou por se afastar do sanatório, e Alice foi imortalizada como a menina sonhadora que viveu aventuras incríveis no País das Maravilhas.



Uma História Verdadeira

T
ess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu Papai e sua Mamãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew.
Tudo que ela sabia era que ele estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento.
Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvá-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro. Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado, “Somente um milagre poderá salvá-lo agora."
Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Finalmente ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!
E o que você quer?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida.. "Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos", disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta. "Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."
"Como?", balbuciou o farmacêutico atônito. "Ele chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salvá-lo. "Então, quanto custa um milagre?"
"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave. "Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa."
O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa?" "Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."
"Quanto você tem", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussuro. "E é tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos." Ele pegou o dinheiro com uma mão e dando a outra mão à menina, disse " Leve-me até aonde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."
Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião, especializado em neuro-cirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum, e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.
Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a sequência de acontecimentos ocorridos. "A cirurgia",murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado?" Tess sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha. Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas o resultado de uma lei maior.
Fonte desconhecida


Pérolas

Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias e atitudes já foram rejeitadas ou mal interpretadas ?
Então produza uma pérola...
Cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor...
Autor desconhecido


LIÇÃO DE VIDA

Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só...
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.
A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.
- Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o    entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto...
-         Nem preciso ver - respondeu ela.
-         Felicidade é algo que você decide por princípio.

-         E eu já decidi que vou adorar!
É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu tenho duas escolhas:
Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
Cada dia é um presente.
E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. 
A velhice é como uma conta bancária:  
Você só retira daquilo que você guardou.
Portanto, lhe conselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças.
E como você vê, eu ainda continuo depositando.
Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita. 
Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
3. Curta coisas simples.
4. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
5. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.
6. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
7. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
8. Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.
E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:
A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que  você perdeu o fôlego ...
·        de tanto rir ...
·        de surpresa ...
·        de êxtase ...
·        de felicidade! 
(Desconheço o Autor)




LIÇÃO DE VIDA


O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta:
"Cachorrinhos à venda".
Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando:
_"Qual é o preço dos cachorrinhos?"
O dono respondeu:
_"Entre R$ 30,00 e R$ 50,00".
O menininho colocou a mão em seu bolso
 e tirou umas moedas:
"Só tenho R$2,37... posso vê-los?".
O homem sorriu e assobiou.
De trás da loja saiu sua cachorra correndo
seguida por cinco cachorrinhos.
Um dos cachorrinhos estava ficando
consideravelmente para trás.
O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.
"O que aconteceu com esse cachorrinho?", perguntou.
O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida.
O menininho se emocionou muito e ! exclamou:
" Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!".
E o homem respondeu:
"Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente".
E o menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse: _"Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 ate que o tenha pago por completo"
O homem respondeu:
_"Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos".

O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:
_"Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de
alguém que o entenda".
O homem estava agora envergonhado e seu! s olhos se encheram de
lágrimas...sorriu e disse:
"Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você".
Na vida não importa como és, mas que alguém te aprecie pelo que és,  te aceite e te ame incondicionalmente.
Um verdadeiro amigo e aquele que chega quando o resto do mundo já se foi.
(Desconheço o Autor)

A superação de uma traição


Os casos de traição são sempre tratados pelos filmes e novelas de maneira romântica, na tentativa de se viver um amor verdadeiro. Os protagonistas, nesses episódios, se envolvem quase sempre num jogo de sedução, no qual as justificativas para a infidelidade são muitas, como a agressividade do parceiro, o desgaste da relação, a falta de atenção do cônjuge, entre outros argumentos. Esse tema, quando tratado nas novelas, além de garantir a essas atrações televisivas muitos ponto de audiência, poluem, com fantasias, a mente dos telespectadores, os quais, muitas vezes, se revestem das razões apresentadas pela ficção. Entretanto, na vida real, os relacionamentos extraconjugais provocam sequelas muito mais profundas do que vemos nas telas, pois sempre são apresentados de modo glamoroso e fantasioso pela cinematografia.
Um relacionamento progride na cumplicidade e na confiança mútua, ainda assim, crises e diferenças de atitudes e de comportamentos, muitas vezes, geram desavenças, críticas e murmurações entre os casais. Infelizmente, como consequência dessas divergências surge o afastamento gradativo, quando estas não são trabalhadas para a superação. Em pouco tempo, aquilo que o casal tinha como objetivo comum, motivo pelo qual assumiram a vida a dois, será ofuscado, originando o esfriamento e a indiferença entre eles. Com isso, passa-se a sentir a ausência de atenção e de carinho do outro. Essa carência pode despertar outros sentimentos e abrir precedentes ao encantamento, para que um deles venha a viver outras sensações. Isso pode favorecer um relacionamento extraconjugal, que rompe os laços de confiança para com o cônjuge, firmados anteriormente.
A traição num relacionamento, muitas vezes, é sinal de um fraco entrosamento entre os cônjuges. Ao contrário do que se possa imaginar, esse tipo de problema atinge não somente os casamentos mais recentes, como também os que já superaram algumas dezenas de anos. Os amantes, a cada encontro, não passam de um instrumento de prazer mútuo, assegurados pelo sigilo e pela discrição. Mas o que faz alguém que mantém uma relação duradoura buscar numa outra pessoa uma nova experiência?
Alguém que mantém um relacionamento extraconjugal vive na superficialidade de uma relação. A pessoa insatisfeita por algum motivo, dentro da vida conjugal, alimenta fantasias, acreditando no romantismo de uma aventura, ainda que esta seja passageira. Na tentativa de saciar essa ausência, a pessoa mantém o amante nas órbitas de seu casamento, em vez de resgatar o enamoramento e sanar as crises com o próprio cônjuge.
A pessoa que se sujeita a viver anos a fio como amante de alguém casado alimenta ilusões e acredita que um dia poderá tê-lo (a) consigo. Iludida por promessas ou vantagens, ela vive seus dias à espera de uma atitude de quem diz já não ter nenhuma vida íntima com a (o) cônjuge e que mantém o casamento por causa dos filhos. Contudo, quem aceita essa condição, mesmo que um dia venha a viver um vínculo maior com a pessoa com a qual se relaciona, poderá viver, no futuro, a mesma sorte da pessoa traída, que hoje vive as dores da infidelidade.


Seja por uma carência de atenção, seja por alimentar uma fantasia de aventura casual com um (a) antigo(a) namorado (a), a pessoa que envereda por esses caminhos se expõe a ferimentos que não apenas atingem a si própria, como também deixam marcas nas famílias envolvidas. Contudo, a traição conjugal somente surgirá quando as indiferenças e os desajustes se tornarem frequentes na vida a dois, motivos pelos quais muitos casais passam a acreditar que o amor deixou de existir. Diante dessa tormenta, será um momento propício para recobrarem as lembranças do tempo de namoro, as quais nutriram o sentimento arraigado no amor, a ponto de assumirem um compromisso de vida. Este somente poderá morrer se não for alimentado pelo casal.
Resgatar um relacionamento, abalado por tal situação, exigirá uma retomada de pequenos gestos de ambas as partes. Antes de condenar este ou aquele pelo ato falho ou pagar com a mesma moeda, reconhecer a falta de atenção e as razões que levaram a relação conjugal a entrar em crise pode ser o primeiro passo para iniciar a reestruturação do casamento.
Somente com a dedicação de ambos, o estreitamento dos laços entre os casais poderá vencer os transtornos provocados pela traição. Com dedicação, tanto marido quanto mulher poderão, com o mesmo afinco, superar essa situação, a ponto de se tornarem novamente dignos de confiança.


Uma lição de vida
No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda.
Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim. Um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser.
Ela disse: "Ei, bonitão.
Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade.
Eu ri, e respondi entusiasticamente: "É claro que pode!", e ela me deu um gigantesco apertão.
Não resisti e perguntei-lhe: "Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?", e ela respondeu brincalhona: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar."
"Está brincando", eu disse. Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: "Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!"
Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um milkshake de chocolate. Nos tornamos amigos instantaneamente. Todos os dias nos próximos três meses nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela "máquina do tempo" compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.
No decurso de um ano, Rose tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse. Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida! No fim do semestre nós convidamos Rose para falar no nosso banquete de futebol. Jamais esquecerei o que ela nos ensinou.
Ela foi apresentada e se aproximou do podium. Quando ela começou a ler a sua fala, já preparada, deixou cair três, das cinco folhas no chão. Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente: "Desculpem-me, eu estou tão nervosa! Eu não conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então deixem-me apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei."
Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: "Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir o sucesso.
Primeiro, você precisa rir e encontrar humor em cada dia.
Segundo, você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam!
Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos.
Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho. Isso não exige talento nem habilidade, é uma conseqüência natural da vida. A idéia é crescer através das oportunidades.
E por último, não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As lágrimas mais amargas diante de um túmulo, são mais por palavra não ditas do que por palavras ditas, portanto, não tenha medo de viver.
Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente "A Rosa". Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. No fim do ano Rose terminou o último ano da faculdade que começara há tantos anos atrás.
Uma semana depois da formatura, Rose morreu tranqüilamente em seu sono.
Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar.
"Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional".


O PESO DA COSNCIÊNCIA...

Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.
Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia,
o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolentoesboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Pense nisto!

 
A NOTA DE R$ 100,00...
Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00. Ele perguntou: “Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?”
Todos ergueram a mão...
Então ele disse: “Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota. E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”
As mãos continuavam erguidas.
E continuou: “E se eu fizer isso...”   Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e  esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?”   “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota,   porque ela não perde o valor.   Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou   inteiros,  magros ou gordos,  altos ou baixos,  nada disso importa!   Nada  disso  altera  a importância que temos. O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”
Agora, reflita bem e procure em sua memória:
Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.
Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.
Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.
Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar? Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora.  Os troféus ficam cheios de pó.   Os  vencedores  são  esquecidos.
Agora faça o seguinte:
Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.
Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.
Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.
Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.
Como vai? Melhor, não é verdade?
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.

Reflita!!!

O DESABAFO DE UMA VELHA SENHORA

Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?


O VALOR DOS PAIS

Um jovem de nível acadêmico excelente candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.
O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.
O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?" o jovem respondeu, "nenhuma".
O diretor perguntou, "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?" o jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O diretor perguntou, "Onde trabalha a tua mãe?" e o jovem respondeu, "A minha mãe lava roupa."
O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor perguntou, "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?", o jovem respondeu, "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."
O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã."
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.
Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.
Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?"
O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."
O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiste".
O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."
O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.
Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos este tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?
Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
Quais são as pessoas com mãos enrugadas por mim?

LIÇÃO DE VIDA
Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso, pois o marido com quem vivera 70 anos havia morrido e ela ficara só...
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.
A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.
- Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o    entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto...
-         Nem preciso ver - respondeu ela.
-         Felicidade é algo que você decide por princípio.
-         E eu já decidi que vou adorar!
É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu tenho duas escolhas:
Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
Cada dia é um presente.

E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. 
A velhice é como uma conta bancária: 
Você só retira daquilo que você guardou.
Portanto, lhe conselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças.
E como você vê, eu ainda continuo depositando.

Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita. 
    Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
    Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
3. Curta coisas simples.
4. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
5. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.
6. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
7. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a.
Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
8. Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.
E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:
A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que  você perdeu o fôlego ...
de tanto rir ...
de surpresa ...
de êxtase ...
de felicidade! 
(Desconheço o Autor)


UM BARQUINHO, UM VIOLÃO...
- O pato...
- Seu João, o senhor tá cantando muito baixinho. A gente quase que nem escuta o que diz a letra da música.
- Vinha cantando alegremente, quem-quem...
- Posso fazer pro senhor um caldo forte de gengibre, canela, vinagre e limão. Não me custa nada, é tiro e queda pra deixar a garganta zero bala. Tem que cantar alto, que nem o seu xará João Mineiro, aquele que faz dupla com o Marciano.
- Quando o marreco sorridente pediu...
- Mas que coisa esquisita, parece que canta pra dentro. Enche o peito e solta o vozeirão, homem. Fica nesse nhem-nhem-nhem.
- Olha, se você não ficar quieta eu pego o violão e vou-me embora.
- Mas o senhor tá na sua casa, Seu João. Se alguém tem que ir embora sou eu, que comecei agora de arrumadeira aqui.
- Oi. Alô, é João. Tudo bem? Melhor cancelar o show no Carnegie Hall, não estou conseguindo ensaiar.
- (...)
- Não, não é barulho nem fumaça de cigarro. Também não é ácaro no tapete. É uma arrumadeira que me apareceu aqui, a mulher me desconcentra...
- (...)
- Tudo bem, vou tentar de novo. Mas já vai arrumando aí uma desculpa pro cancelamento.
- Se você disser que eu desafino, amor...
- Diz que o senhor é cantor, né. O porteiro que falou. Mas eu não lembro do senhor nem no “Raul Gil” e nem no “Ídolos”. Senhor fica assim de terno dentro de casa o dia todo, é? Ficava melhor com uns blazer listado, a camisa meio aberta assim no peito e um correntão de ouro saindo pra fora, aí sim ficava com o look nos trinques. O doutor não ia nem parar em casa, de tanto show que ia aparecer. Feira agropecuária, quermesse, comício...
- Saiba que isso em mim provoca imensa dor...
- Seu João, desculpa interromper, mas o senhor podia me emprestar o banquinho pra eu tirar o pó de cima do armário? É só um instantinho, já devolvo já.
- Pois há menos peixinhos a nadar no mar...
- Seu Gilberto, o senhor se incomoda de levantar um pouco os pé do tapete pra eu poder limpar?
- Que é pra acabar com esse negócio de você viver sem mim...
- Alô, Bebel, essa arrumadeira... foi Miúcha que indicou, é? Pois eu digo que sua mãe guardou mágoa de mim, heim filha? Mais quinze minutos aqui com essa mulher e eu abandono a vida artística.
(...)
- Tá, um beijo pra você também.
- Olha, minha senhora, vamos combinar uma coisa. Eu dou agora o seu dinheiro, leva também um autógrafo meu e trata de pegar logo o rumo da sua maloca. Não precisa terminar o serviço. Tá bem assim?
- E eu vou fazer o que com o seu autógrafo? Eu nunca que vi o senhor, ainda se fosse do grupo Molejo, vá lá. O senhor tá se achando. Cresce e aparece, velho metido.
- Nem se aproxime com esta cera! Não tem que passar cera no assoalho, não. O surfactante aniônico da fórmula me aniquila o Lá Bemol e já me deixou afônico duas horas antes de um show no Budokan, em Tóquio. A alcanolamida, que é outra substância que exala da cera, fica em suspensão no ar e interfere na afinação do violão. Não há pai de santo baiano que segure o instrumento afinado. A senhora se afaste, antes que eu lavre um BO contra a sua pessoa.
- Bim-bom, bim-bom, bim-bom, bim-bom, bim-bim... é só isso o meu baião, e não tem mais nada não...bim-bom, bim-bom, bim-bom, bim...
- Pois é, ainda bem que o senhor avisa que não vai sair disso mesmo, né? Bim-bom, bim-bom, bim, bim, bim, podia ter uma segunda parte pra mudar um pouco essa lenga-lenga. Ô coisa chata, seu Giba.
- Giba é o diabo que te carregue. Some daqui, Dona.
- Dona Esmeraldina, sua criada. O senhor é que é muito do malcriado, Seu João. Quer dizer, Seu Gilberto.
- Tristeza não tem fim, felicidade sim... Tristeza não tem fim...

O QUE VOCÊ É FALA MAIS ALTO...
Adicionar legenda
Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

2ª SEMANA DE MARÇO/2012
 
AS VELAS DE DEUS
 
Quatro velas estavam queimando ruidosamente, calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam:
A primeira vela disse:
- Eu sou a Paz!
Apesar de minha luz, as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.
E diminuindo, devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda vela disse:
- Eu me chamo Fé!
Infelizmente sou muito supérflua.
As pessoas não querem saber de mim.
Não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor!
Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam.
E sem esperar apagou-se.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto?
Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenha medo criança.
Enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas.
Eu sou a Esperança.
A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras...
Pense nisso!
POR: PADRE MARCELO ROSSI
Razão e Sensibilidade
Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que, além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber: "se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais".
E ela diz: "entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais teríamos estragado a noite".
Certamente uma sábia decisão.
Muitas vezes nós perdemos oportunidades de viver momentos felizes só porque queremos provar que estamos com a razão. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.
De maneira alguma defendemos a omissão ou o não uso da razão, mas tão somente o uso da razão com sensibilidade.
Quantas amizades já destruímos por causa de uma obstinação em defender um ponto de vista?
Quanta energia já gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?
Quanto tempo perdido na elaboração de argumentos para convencer alguém de que temos razão em algum ponto?
Será que vale a pena essa maneira de ser?
Será que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?
Não seria mais sábio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas questões irrelevantes?
É evidente que há momentos em que devemos defender nossa posição, e seria bom que o fizéssemos sem nos perturbar, sem perder o juízo.
Mas o que geralmente acontece é que levamos as discussões, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.
É importante considerar que para divergir não precisa dissentir.
Podemos discordar de alguém e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse alguém.
Pense nisso quando se apresentar uma situação em que você tenha que fazer essa opção e se questione, antes de agir:
"Será que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?"
"Será que o momento certo para expor minha opinião é agora?"
"Será este o momento de impor minhas razões?"
Talvez se prestássemos mais atenção em nossas palavras e nos porquês de nossas discussões frequentes, perceberíamos que na maioria das vezes poderíamos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter razão.
Considere que as energias gastas em discussões infrutíferas podem lhe fazer falta na manutenção da saúde física e mental, e busque usá-las de maneira útil e inteligente.
Afinal, todos os seus esforços devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.
Pense nisso!
E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: "quero ter razão, ou ser feliz"?
Pense nisso!
A sua paz íntima é um patrimônio que ninguém pode lhe roubar, a menos que você permita.
Jesus, o Mestre por excelência, tinha razão sempre, mas jamais tentou impô-a a quem quer que seja.
Em Sa forma de viver, deixou exemplos nobres.
Tantas vezes se calou diante de situações e pessoas, por notar que seria inútil qualquer palavra.
Pense nisso!



O ZELADOR DA FONTE


Conta uma lenda austríaca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.
O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.
Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.
Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.
Rodas d´água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.
As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.
Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.
Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.
De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.
E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.
Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.
Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.
Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.
Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.
Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.
O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d´água começaram a girar lentamente, depois pararam.
Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.
O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.
Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.
Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d´água voltaram a funcionar.
Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

MORAL DA HISTÓRIA
Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.
Aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.
Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.
Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.
Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.
O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.
Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.
Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!
Pensemos nisso!

 
HONESTIDADE INCONDICIONAL

A educação informal acontece no lar, nas situações mais inesperadas. Sábios são os pais que delas tiram o melhor proveito.

Mildred era uma garotinha, quando o mundo mergulhou na Primeira Grande Guerra.

Seu pai havia construído um imenso apiário, que era a maior fonte de renda da família.

Todo apicultor sabe que uma colméia pode morrer de fome durante o inverno, se a sua provisão de mel não durar até o florescimento das plantas.

Por isso, constitui rotina que ele ajude as abelhas, nos meses de frio, alimentando-as com um xarope feito de água e açúcar.

No período da Primeira Guerra Mundial, vários alimentos ficaram escassos. E um deles foi o açúcar, que foi racionado pelo Governo.

O pai de Mildred, como apicultor, recebia uma cota extra de açúcar, especialmente para as abelhas. E tal ração passou a ser criteriosamente guardada no porão da casa, separada da cota familiar.

Certo dia, a família recebeu a notícia de que parentes distantes viriam para uma visita, no dia seguinte.

A mãe desejava fazer um bolo, mas não havia açúcar suficiente. As crianças queriam o doce, mais que tudo, e acabaram por convencer a mãe que, se ela apanhasse a medida necessária do barril das abelhas, o Governo jamais ficaria sabendo.

E assim foi feito. O bolo amarelo, assado no forno à lenha, ficou maravilhoso. Principalmente depois de coberto artisticamente com merengue.

Todos se deliciaram. As crianças estavam exultantes, como se tivessem ganhado um grande prêmio.

Pouco depois, chegou o dia da família receber a sua ração mensal de açúcar. O pai foi ao armazém, entregou os seus cupons e trouxe para casa um saquinho marrom, que colocou sobre a mesa.

A mãe o olhou por alguns instantes. Pegou-o e com o mesmo medidor que usara para o açúcar do bolo, separou exatamente a quantidade que utilizara.

Então, ante o olhar estarrecido das crianças, que a acompanharam, ela se dirigiu ao porão e despejou a quantia no barril das abelhas.

O que sobrou no saquinho teve que ser muito economizado naquele mês, por aquela família de sete pessoas. Para Mildred, que adorava doces, foi uma lição extra de sobriedade.

No entanto, a mãe não fez o menor discurso sobre o acontecido. Nada disse sobre honestidade.

Para ela, aquele fora um ato natural, de acordo com a integridade com a qual seu marido e ela viveram as suas vidas.

Mildred já passou dos 90 anos de idade. Há muito deixou de ser aquela criancinha que olhava por cima da mesa da cozinha da mãe, na pontinha dos pés.

Ela confessa que contou a história sobre a honestidade incondicional de sua mãe inúmeras vezes, para seus filhos, seus netos e até mesmo para os bisnetos.

Compara sua mãe a uma abelha que traça uma reta, quando se encaminha para sua colméia, após os seus vôos em busca do néctar.

Sua mãe, diz ela, sempre tomava o caminho mais honesto, uma linha reta, precisa como uma flecha.

E foi por isso que moldou, sem alardes, a consciência de quatro gerações de uma mesma família.


Moral da História

O coração da mãe é a sala de aula de uma criança.
As lições mais profundas nascem dos momentos preciosos de dificuldades, quando é preciso ofertar o ensino, com ampla visão de quem semeia para o futuro.


PONTES

Desde os tempos primitivos o homem tenta encurtar as distâncias.
As pontes foram sem dúvida um dos instrumentos mais úteis e que valeram a pena para o progresso da humanidade.
Umas são esbeltas e intermináveis... Outras perecem ter sido desenvolvidas a fim de acolher um conto de fadas...
Muitas mostram o desejo de manifestar a força dos avanços científicos... Outras guardam recordações de mil histórias...
Em algumas os arquitetos, quiseram esconder toda a poesia.
No entanto existe uma que nos foi presenteada desde muitos séculos atrás...
Ela permanece dando o testemunho de sua Beleza, Formosura, Funcionalidade, Ajuda e continua sendo.
"A MAIOR E MAIS MARAVILHOSA PONTE DE TODA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE."
"NOSSA SENHORA!"
" O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS. 


NO FUNDO DO POÇO


 

Dois homens falavam sobre o fato de não poderem ver as estrelas durante o dia.
Se as estrelas estavam ainda lá e a distância, durante o dia, não era maior do que a distância durante a noite, por que estas poderosas fontes de luz não eram vistas durante o dia?
Um dos homens afirmou que elas poderiam ser vistas se olhadas de dentro de um poço fundo.
O outro disse que não acreditava nessa possibilidade, mas aceitou ser baixado, por uma corda, em um poço que havia ali perto.
Depois de ter descido até certo ponto, foi-lhe perguntado se já podia ver as estrelas e a sua resposta foi: "Não."
O outro o fez baixar ainda mais pela corda e quando já havia descido uma boa distância, fez a mesma pergunta e a resposta também foi à mesma.
Quando ele foi baixado para uma grande profundidade, olhou para os céus e disse ao companheiro:
- Agora eu posso ver as estrelas.
Moral da história: Portanto, se descemos a um poço bem profundo, podemos ver as estrelas durante o dia.
Ninguém gosta de passar por provações e enfrentar dificuldades.
Agrada-nos os dias alegres e floridos, o canto dos pássaros e a dança das ondas do mar.
Gostaríamos que a vida fosse sempre um cenário encantado, que o sol se mostrasse sempre de fora para iluminar o caminho por onde passamos e que a brisa suave e mansa viesse sempre ao nosso encontro para nos saudar e dizer "bom dia.” Mas nem sempre é assim.
Há momentos em que nos sentimos tristes, que o sol se esconde e os dias são nublados, que a brisa tranquila se transforma em tormenta e que em lugar dos pássaros só ouvimos o barulho dos grilos e dos sapos. Devemos desanimar?
Devemos nos queixar com Deus? Não, todas as circunstâncias são sempre oportunas para que busquemos e encontremos ao Senhor.
Pense nisso!
POR: PADRE MARCELO ROSI

O MENINO E UM SENHOR IDOSO ABANDONADO

   
Havia um garoto que queria encontrar-se com Deus.
Ele sabia que tinha um grande caminho pela frente.
Então encheu sua mochila com pasteis e água e iniciou a caminhada.
Após umas três quadras, encontrou um senhor bem idoso sentando em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se próximo a ele, abriu a mochila, pegou a água e tomou um gole. Ao olhar para o senhor idoso, viu que ele estava com fome e ofereceu-lhe um pastel.
Muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que ele quis ver de novo; então, deu-lhe a água.
Mais uma vez o senhor sorriu. O garoto ficou muito feliz!
Assim que o jovem entrou em casa, sua mãe, surpresa com a felicidade estampada na face dele, perguntou:
“O que você fez hoje que o deixou tão feliz?”
Ele respondeu: “Passei à tarde com Deus”.
E acrescentou: “Você sabe?
Ele tem o sorriso mais bonito que já vi!
Enquanto isso, o senhor idoso chegou em casa radiante, e seu filho indagou:
“Por onde você esteve? E o que o deixou tão feliz?
”Ele disse: “Comi pasteis e tomei água no parque com Deus”.
Antes que seu filho pudesse dizer algo, ele falou:
“Sabe que ele é bem diferente daquele homem grande de barbas brancas que eu imaginei?”
Moral da história: Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, a disposição para ouvir, um elogio honesto ou até um ato de caridade.
Tudo isso tem o potencial de mudar uma vida. Deus nos usa, e seu amor é refletido em nossas vidas.
Pense nisso
Por: Padre Marcelo Rossi


DOIS IRMÃOZINHOS



Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogando bolinhas de gude. Quando Júlio, o menino mais novo disse ao irmão Ricardo: Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero  me separar de você!               
Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta: O que deu em você moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.
À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho. Estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante...                                                                                                   
Ao entrar, Sr. Jacó olhou para Júlio, que sorriu para o pai e disse: Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor! Sr.Jacó, no auge de seu mau humor e stress, disse: Júlio estou exausto e nervoso. Então, por favor, não venha com besteiras!
Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto. Dona Joana, mãe dos garotos, sentindo a falta do filho foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Joana, espantada, começou a enxugar as lágrimas do filho. E perguntou: O que foi Júlio? Por que choras? Júlio olhou para a mãe e disse: Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separar da senhora! Dona Joana sorriu para o filho e diz: Meu amado filho ficaremos sempre juntos! Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi deitar-se.
No quarto ambos se preparando para se deitar, Dona Joana pergunta para seu marido Jacó: Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha? Sr. Jacó, muito estressado com o trabalho, disse á esposa: Esse moleque só está querendo chamar atenção... Deita e dorme mulher! Então, todos se recolheram e todos dormiram sossegados.
Às duas horas da manhã, Júlio se levanta e vai ao quarto de seu irmão Ricardo e fica observando-o dormir... Ricardo, incomodado com a claridade, acorda e grita com Júlio: Seu louco apaga essa luz e me deixa dormir! Júlio, em silêncio, obedeceu ao irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais... Chegando lá, acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho: O que aconteceu filho? Júlio, em silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia acorrido. Daí o senhor Jacó, irritado, perguntou ao Júlio: Então o que foi moleque?Júlio continuou em silêncio. Sr. Jacó, já muito irritado, berrou com Júlio: Então vai dormir seu doente! Júlio apagou a luz do quarto, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou. Na manhã seguinte todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria trabalhar, a dona Joana Levaria as crianças à escola. Mas Júlio não se levantou.
Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com Júlio, entra bufando no quarto do garoto e grita: Levanta seu moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu. Então, Sr. Jacó avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado, pronto para lhe dar uma tapa, quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados, e que estava pálido.
Jacó assustado colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado. Desesperado, Jacó gritou chamando a esposa e o filho Ricardo, para verem o que havia acontecido com Júlio... Infelizmente o pior.
Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente. Dona Joana, desesperada, abraçou filho morto e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também.
Sr. Jacó, em desespero, soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio, Sr. Jacó, então, pegou o pequeno papel. E havia algo escrito com a letra de Júlio.
“Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho”. Disse a mim que, apesar de amar minha família e de ela me amar, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário.
Não sei que vai acontecer, mas estou com muito medo. Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa: Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão. Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo. Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver. Eu amo todos você!!!
Quantas vezes não temos tempo para parar e amar, e receber o amor que nos ofertado? Talvez quando acordamos possa ser tarde demais... Mas ainda dar tempo! 

Pense nisso!
 

A DIFERENÇA ENTRE FORÇA E CORAGEM


É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.
É preciso ter força para manter-se firme, mas é preciso coragem para ficar de pé.
É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.
É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.
É preciso ter força para ficar sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.
É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.
É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para viver.
Se você sente que lhe faltam a força e a coragem, queira Deus que o mundo possa abraçá-lo hoje com Calor e Amor...
Pense Nisso!

Sorvete da alma




Semana passada, levei meus filhos ao restaurante.
Meu filho de 6 anos perguntou se poderia dar graças, antes da refeição.
Concordei, e ele, então, disse:
- Obrigado, meu Deus, pela comida.
Ficarei ainda mais agradecido se minha mãe nos der sorvete de sobremesa... Amém!
Os clientes, em volta, riram ao ouvir a prece do meu filho, mas ouvi uma mulher fazer um comentário maldoso:
- É isso que está errado.
Essas crianças de hoje nem aprendem a rezar direito.
E os pais nem percebem isso.
Onde já se viu um menino rezar para ganhar sorvete?
Escutando isso, meu filho ficou embaraçado e perguntou:
- O que aconteceu? Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que havia feito uma oração maravilhosa, disse:
- Deus, com toda a certeza, não estava zangado com você.
Até um homem sentado perto comentou:
- Deus achou que foi uma grande oração!
E, olhando para a mulher, fez outro comentário:
- Pena que mais gente nunca tenha pedido sorvete a Deus... Faz bem pra alma!
- Mesmo? - meu filho perguntou.
Naturalmente, eu comprei sorvete para todos, ao final da refeição.
Meu filho olhou fixamente para a sua taça e fez algo que surpreendeu a todos:
Ele pegou o seu sorvete e, sem uma palavra, caminhou em direção da mulher que havia feito o comentário maldoso e o colocou na frente dela.
E, com um grande sorriso, lhe disse:
- Aqui, este é para você. Sorvete, às vezes, é bom para a alma. E a minha já está bastante boa...
Peça sorvete você também!
Pense nisso!



Os macacos

Semana passada, levei meus filhos ao restaurante.
Meu filho de 6 anos perguntou se poderia dar graças, antes da refeição.
Concordei, e ele, então, disse:
- Obrigado, meu Deus, pela comida.
Ficarei ainda mais agradecido se minha mãe nos der sorvete de sobremesa... Amém!
Os clientes, em volta, riram ao ouvir a prece do meu filho, mas ouvi uma mulher fazer um comentário maldoso:
- É isso que está errado.
Essas crianças de hoje nem aprendem a rezar direito.
E os pais nem percebem isso.
Onde já se viu um menino rezar para ganhar sorvete?
Escutando isso, meu filho ficou embaraçado e perguntou:
- O que aconteceu? Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que havia feito uma oração maravilhosa, disse:
- Deus, com toda a certeza, não estava zangado com você.
Até um homem sentado perto comentou:
- Deus achou que foi uma grande oração!
E, olhando para a mulher, fez outro comentário:
- Pena que mais gente nunca tenha pedido sorvete a Deus... Faz bem pra alma!
- Mesmo? - meu filho perguntou.
Naturalmente, eu comprei sorvete para todos, ao final da refeição.
Meu filho olhou fixamente para a sua taça e fez algo que surpreendeu a todos:
Ele pegou o seu sorvete e, sem uma palavra, caminhou em direção da mulher que havia feito o comentário maldoso e o colocou na frente dela.
E, com um grande sorriso, lhe disse:
- Aqui, este é para você. Sorvete, às vezes, é bom para a alma. E a minha já está bastante boa...
Peça sorvete você também!
Pense nisso!


Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula para uma experiência.
No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas.
Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada atribuindo a inconveniente água fria à atitude do macaco.
Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, mas foi imediatamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.
Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
- Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui!
Eiii mude sua história, não desista por levar pancadas na vida...
Persista, vá até o fim, porque Jesus te espera de braços abertos....
Não se esqueça que só vence quem nunca desiste de lutar!!!!!
Pense nisso!
Por: Padre Marcelo Rossi



O Menino e as Flores


Certo dia correndo no transito da rua, trombei com um estranho e disse-lhe:
- Oh, me desculpe, por favor!
E ele disse:
- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!
Nós fomos muito educados um com o outro.
Então, nos despedimos e cada um foi pro seu lado.
Mais tarde naquele mesmo dia eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado tão em silêncio que eu
nem percebi.
Quando eu me virei, Eu lhe dei uma bronca.
"Saia do meu caminho garoto!"
E eu disse aquilo com certa braveza, e ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido..
Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
“Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou!
Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta..
Aquelas são flores que ele trouxe pra você.
Ele mesmo as pegou, a cor-de-rosa, a amarela e a azul.
Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa, e você nem viu as lágrimas nos olhos dele".
Nesse momento, eu me senti muito pequena e agora, o meu coração era quem derramava lágrimas.
Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
“Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou pra mim?”
Ele sorriu, "Eu as encontrei embaixo da árvore.
Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!
Eu sabia que você iria gostar, especialmente da cor azul”
Eu disse, "filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje.
Eu não devia ter gritado com você daquela maneira.”
E ele disse. "Ah papai, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!”
Eu disse: "Filho, eu também te amo. E eu gostei das flores, especialmente a azul."
Será que estamos tratando as pessoas que convivemos com o amor que realmente elas merecem?
Vamos nos atentarmos e pedir a Deus que nos dê, Mosqueteiro de Jesus a maior espada;
Paciência, amor, perseverança e um coração de criança?
Pense Nisso!
Pe. Marcelo Rossi



Jesus refúgio para o Oprimido

Antônio deparou-se com um terrível dilema.

Quando entrou em sua casa carregando um presente para sua esposa, sua filhinha paralítica cumprimentou-o.
- Onde está a mamãe? - ele perguntou após beijá-la.
- A mamãe está lá em cima - à menina respondeu.
- Bem - disse o pai, tenho um presente para ela.
- Oh! - exclamou a pequena.
Deixe-me carregar o pacote para a mamãe?
- Por que, Ana querida? - replicou o pai.
Como você pode carregar o pacote para a mamãe, se você não consegue andar, minha filha?
Com um sorriso, a menina continuou:
- Isso é verdade, papai.
Mas você pode me dar o presente e me carregar!
Carregando em seus braços, o homem levou para cima a pequena Ana e o presente.
Então, naquele instante aquele Antônio viu sua própria posição perante Deus:
Ultimamente vinha levando um pesado fardo, porém, Deus não o estava carregando, porque ele não deixava.
MORAL DA HISTÓRIA: Em situações de nossa vida também, sempre sentimos o peso dos fardos.
Algumas vezes nos esquecemos de que somos carregados por Jesus!
Esquecemos que fazemos parte da tropa de elite de Jesus, que são os mosqueteiros do Senhor, portanto mosqueteiros se coloquem no colo de Jesus.
Confiem N'Ele porque Ele está nos carregando.


Recados